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sábado, 21 de abril de 2012



MENINO ACREDITA SER REENCARNAÇÃO DE PILOTO DA 2ª GUERRA

Postado por Kamadon






Numa família do estado americano da Lousiana, a reencarnação não é uma possibilidade, mas uma certeza.
Os Leiningers acreditam que o filho do casal, James, hoje com 11 anos, é a reencarnação de um piloto de avião de combate que participou da II Guerra Mundial.
De acordo com a família, desde os 2 anos de idade James começou a vivenciar lembranças que seriam do tenente James McCready Houston, que tinha 21 anos na época do conflito. Ele foi abatido em 1945 na batalha de Iwo Jima.
Segundo o menino, que sempre teve um interesse extraordinário por aviões, ele começou a ter flashbacks depois de visitar o Museu de Aviões Kavanaugh, em Dallas, no Texas. Alguns meses depois da visita, James começou a ter pesadelos com a queda de um avião e fogo. E gritava que o piloto não conseguia deixar a aeronave.
Mais tarde, quando o pequeno James tinha apenas dois anos e meio de idade, ele e a mãe foram comprar um brinquedo. Um avião, claro. A mãe, Andrea, pegou um modelo e lhe disse que na parte inferiro havia uma bomba. Para surpresa da mãe, o menino então afirmou que não era uma bomba, mas um pequeno tanque. A família nunca teve militares entre os seus e, até então, nenhuma ligação com aviões.
Os pesadelos passaram, mas não as memórias. Numa outra ocasião, o menino estava com ar distante e a mãe perguntou o que tinha acontecido com o avião dele. James respondeu que tinha sido abatido. Onde, perguntou ela. Na água, respondeu. E ele disse que tinham sido os japoneses. Segundo a mãe, ele não poderia saber nada sobre a ação japonesa na guerra.
O menino seguiu dando indicações sobre uma vida anterior. Quando a mãe serviu bolo de carne, que ele nunca tinha visto ou comido, disse que não comia aquele prato desde Natoma. O menino ainda disse que se chamava James Houston e citou o nome de um colega de tropa.
O pai do garoto, Bruce, começou a pesquisar e descobriu o nome de uma embarcação chamada Natoma Bay, que lutou na batalha de Iwo Jima. Um de seus tripulantes era James Houston. Bruce também descobriu que o avião de Houston foi abatido pelos japoneses em 3 de março de 1945.
Os Leiningers encontraram uma parente e conhecidos de James McCready Houston. E passaram a não ter mais dúvidas de que o menino é a reencarnação do piloto James. Tanto que escreveram o livro “Soul Survivor: The Reincarnation of a World War II Fighter Pilot", algo como "A alma sobrevivente: A reencarnação de um piloto de combate da II Guerra Mundial".
O caso foi tema do programa Goodmorning America, do canal americano de TV ABC. 

terça-feira, 17 de abril de 2012



Crianças doentes
Acalentas nos braços o filhinho robusto
que o lar te trouxe e, com razão,
te orgulhas dessa pérola viva.
Os dedos lembram flores desabrochando,
os olhos trazem fulgurações dos outros,
os cabelos recordam fios de luz e a boca
assemelha-se a concha rosada, em que
os teus beijos de ternura desfalecem de amor.
Guarda-o, de encontro ao peito, por tesouro
celeste, mas estende compassivas mãos
aos pequeninos enfermos que chegam
à Terra como lírios contundidos pelo
granizo do sofrimento.
Para muito deles, o dia claro inda vem
muito longe... São aves cegas que não
conhecem o próprio ninho, pássaros
mutilados esmolando socorro em
recantos sombrios da floresta do mundo!...
As vezes, parecem anjos pregados na cruz
de um corpo paralítico ou mostram no
olhar a profunda tristeza da mente
anuviada de densas trevas.
Há quem diga que devem ser exterminados
para que os homens não se inquietem;
contudo, Deus, que é a bondade perfeita,
no-los confia hoje, para que a vida,
amanhã, se levante mais bela.
Diante, pois, do teu filhinho quinhoado
de reconforto, pensa neles!...são nossos
outros filhos do coração, mendigando
entendimento e carinho, a fim de que se
desfaçam dos débitos contraídos consigo
mesmo... Entretanto, não lhes aguardes
rogativas de compaixão, de vez que, por
agora, sabem tão somente padecer e chorar.
Enternece-te e auxilia-os, quanto possas!...
E, cada vez que lhes ofertes a hora de
assistência ou a migalha de serviço, o leito
agasalhante ou a lata de leite, a peça de
roupa ou a caricia do talco, perceberás
que o júbilo do Bem Eterno te envolve
a alma no perfume da gratidão e na
melodia da bênção
.
Meimei

sexta-feira, 13 de abril de 2012



Este relato abaixo é real, e  para aqueles que apoiam o aborto de anencéfalo que fique este texto para reflexão...
 Todos sem exceção tem o DIREITO DE NASCER não importa em que condições venham.
QUEM AMA NÃO MATA. 

 "Habitando um mundo menos denso e agindo com mais liberdade, ele se vê forçado a um mergulho na carne e condenado ao esquecimento da sua própria história, para recomeçar quase sempre trabalhos incompletos, missões naufragadas."
(Do Livro "O Perispírito e suas Modelações")
ANENCÉFALO E O ABORTAMENTO
Se constitui como uma das finalidades da reencarnação o refazimento do corpo perispiritual. É cediço que o espírito desregrado, preso aos vícios e às paixões que envilecem o homem, ao desencarnarem, podem chegar a perder sua forma perispirítica. Assim como o suicida, que do mesmo modo compromete gravemente o seu corpo fluídico, muitas vezes é dada a oportunidade de uma nova existência para o restabelecimento desse corpo...
 Inicialmente, lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral estando faltante região do cérebro que impossibilitarão sua sobrevivência pós-parto. 

 A fim de colocarmos a visão espírita sobre este importante problema, exemplificaremos com um caso real. 

 Usaremos nomes fictícios. João e Maria eram casados há 2 anos. A felicidade havia batido à sua porta. Maria estava grávida. Exultantes procuraram o médico obstetra para as orientações iniciais. Planos mil ambos estabeleceram. Ao longo dos meses, no entanto, foram surpreendidos, através do estudo ultrassonográfico, da triste notícia de que seu bebê era anencéfalo. Ao serem informados, caíram em prantos ao ouvirem a proposta do obstetra lhes oferecendo o abortamento. Posicionaram-se contrários explicando sua visão espírita. 

 Trata-se de um ser humano que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos com nosso filho (a) até quando nos for permitido. 

 Mas, esta criatura não vai viver além de alguns dias ou semanas na incubadora disse o obstetra. 

 -- Estamos cientes, mas até lá seremos seus pais. 

 Guardavam, também, secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que lhes proporcionasse um filho saudável. 

 Durante nove meses dialogaram com seu bebê, intra-útero. Disseram quanto o (a) amavam. Realizaram, semanalmente, a reunião do Evangelho no Lar, solicitando aos mentores a proteção e amparo ao ser que reencarnava. 

 Chegara o grande momento: Em trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e angústia. A criança nasce; o pai ao ver o filho sofre profundo impacto emocional tendo uma crise de lipotímia. O bebê anencéfalo sobrevive na incubadora com oxigênio, 84 horas. Há um triste retorno ao lar. 

 Passam-se aproximadamente 2 anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do instituto de cultura espírita de sua cidade freqüentavam na mencionada instituição, reunião mediúnica quando uma médium em desdobramento consciente informa ao coordenador do grupo: 

 -- Há um espírito de uma criança que deseja se comunicar.

-- Que os médiuns facilitem o transe psicofônico para a atendermos - responde o dirigente. 

 Após alguns segundos, uma experiente médium dá a comunicação: 

 -- Boa noite, meu nome é Shirley venho abraçar papai e mamãe.

 -- Quem é seu papai e sua mamãe?

 -- São aqueles dois - disse apontando João e Maria.

 -- Seja bem vinda Shirley, muita paz! Que tens a dizer?

 -- Quero agradecer a papai e mamãe todo o amor que me dedicaram durante gravidez, sim, eu era aquele anencéfalo.

 -- Mas você está linda agora.

 -- Graças às energias de amor recebidas, graças ao Evangelho no Lar, que banharam meu corpo espiritual durante todo aquele tempo.

 -- Como se operou esta mudança?

 -- Tive permissão para esta mensagem pelo alcance que a mesma poderá ter a outras pessoas. Eu possuía meu corpo espiritual muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos. Fui durante nove meses envolvida em luz. Uma verdadeira cromoterapia mental que gradativamente passou a modificar meu corpo astral (perispírito). Os diálogos que meus pais tiveram comigo foram uma intensa educação pré-natal que muito contribuíram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que não é bom. Eu drenei as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e fui me libertando das minhas deformidades. Como meus pais foram generosos. Meu amor por eles será eterno.

 -- Por que estás na forma de uma criança, já que te expressas tão inteligentemente?

 -- Por que estou em preparo para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar. Meus pais têm o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez no próximo ano.
Após dois anos renasceu Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelos castanhos, espírito suave e encantador.

 
Ricardo Di Bernardi
Médico homeopata geral e pediatra, Presidente da Associação Médico-Espírita de Santa Catarina.

Bebês anencéfalos - Doc (15min) "Flores de Marcela" - Aborto Anencefalia...

quinta-feira, 12 de abril de 2012


Opinião de um Jurista, ex ministro do STF sobre o Aborto de Anencéfalos"



Pequena nota sobre o direito a viver

Eros Roberto Grau
Inventei uma história para celebrar a Vida. Ana, filha de família muito rica, apaixona-se por um homem sem bens materiais, Antonio. Casa-se com separação de bens. Ana engravida de um anencéfalo e o casal decide tê-lo. Ana morre de parto, o filho sobrevive alguns minutos, herda a fortuna de Ana. Antonio herda todos os bens do filho que sobreviveu alguns minutos além do tempo de vida de Ana. Nenhuma palavra será suficiente para negar a existência jurídica do filho que só foi por alguns instantes além de Ana.


A história que inventei é válida no contexto do meu discurso jurídico. Não sou pároco, não tenho afirmação de espiritualidade a nestas linhas postular. Aqui anoto apenas o que me cabe como artesão da compreensão das leis. Palavras bem arranjadas não bastam para ocultar, em quantos fazem praça do aborto de anencéfalos, inexorável desprezo pela vida de quem poderia escapar com resquícios de existência e produzindo consequências jurídicas marcantes do ventre que o abrigou.

Matar ou deixar morrer o pequeno ser que foi parido não é diferente da interrupção da sua gestação.Mata-se durante a gestação, atualmente, com recursos tecnológicos aprimorados, bisturis eletrônicos dos quais os fetos procuram desesperadamente escapar no interior de úteros que os recusam.Mais “digna” seria a crueldade da sua execução imediatamente após o parto,mesmo porque deixaria de existir risco para as mães. Um breve homicídio e tudo acabado.

Vou contudo diretamente ao direito, nosso direito positivo. No Brasil o nascituro não apenas é protegido pela ordem jurídica, sua dignidade humana preexistindo ao fato do nascimento, mas é também titular de direitos adquiridos. Transcrevo a lei, artigo 2o do Código Civil:



A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.


No intervalo entre a concepção e o nascimento dizia Pontes de Miranda “os direitos, que se constituíram, têm sujeito, apenas não se sabe qual seja”. Não há, pois, espaço para distinções, como assinalou o ministro aposentado do STF, José Néri da Silveira, em parecer sobre o tema:


Em nosso ordenamento jurídico, não se concebe distinção também entre seres humanos em desenvolvimento na fase intrauterina, ainda que se comprovem anomalias ou malformações do feto; todos enquanto se desenvolvem no útero materno são protegidos, em sua vida e dignidade humana, pela Constituição e leis.


Trata-se de seres humanos que podem receber doações [art. 542 do Código Civil], figurar em disposições testamentárias [art.1.799 do Código Civil] e mesmo ser adotados [art. 1.621 do Código Civil]. É inconcebível, como afirmou Teixeira de Freitas ainda no século XIX, um de nossos mais renomados civilistas, que haja ente com suscetibilidade de adquirir direitos sem que haja pessoa. E, digo eu mesmo agora, nele inspirado, que se a doação feita ao nascituro valerá desde que aceita pelo seu representante legal tal como afirma o artigo 542 do Código Civil – é forçoso concluir que os nascituros já existem e são pessoas, pois “o nada não se representa”.


Queiram ou não os que fazem praça do aborto de anencéfalos, o fato é que a frustração da sua existência fora do útero materno, por ato do homem, é inadmissível [mais do que inadmissível, criminosa] no quadro do direito positivo brasileiro. É certo que, salvo os casos em que há, comprovadamente, morte intrauterina, o feto é um ser vivo.

Tanto é assim que nenhum, entre a hierarquia dos juízes de nossa terra, nenhum deles em tese negaria aplicação do disposto no artigo 123 do Código Penal,1 que tipifica o crime de infanticídio, à mulher que matasse, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho anencéfalo, durante o parto ou logo após, sujeitando a a pena de detenção, de dois a seis anos. Note-se bem que ao texto do tipo penal acrescentei unicamente o vocábulo anencéfalo!



Ora, se o filho anencéfalo morto pela mãe sob a influência do estado puerperal é ser vivo, por que não o seria o feto anencéfalo que repito pode receber doações, figurar em disposições testamentárias e mesmo ser adotado?


Que lógica é esta que toma como ser, que considera ser alguém – e não res – o anencéfalo vítima de infanticídio, mas atribuiao feto que lhe corresponde o caráter de coisa ou algo assim?

De mais a mais, a certeza do diagnóstico médico da anencefalia não é absoluta, de modo que a prevenção do erro, mesmo culposo, não será sempre possível. O que dizer, então, do erro doloso?

A quantas não chegaria, então, em seu dinamismo – se admitido o
 aborto – o “moinho satânico” de que falava Karl Polanyi?2 A mim causa espanto a ideia de que se esteja a postular abortos, e com tanto de ênfase, sem interesse econômico determinado. O que me permite cogitar da eventualidade de, embora se aludindo à defesa de apregoados direitos da mulher, estar-se a pretender a migração, da prática do aborto, do universo da ilicitude penal, para o campo da exploração da atividade econômica. Em termos diretos e incisivos, para o mercado. Escrevi esta pequena nota para gritar, tão alto quanto possa, o direito de viver.



1“Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após: Pena – detenção de dois a seis anos.”
2A grande transformação: as origens da nossa época. Tradução portuguesa de Fanny Wrobel. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
(fonte: O REFORMADOR)

domingo, 8 de abril de 2012






"Teu irmão há de ressuscitar" - asseverou o Mestre.


Reflexão acerca da morte.
Recordemos sempre a preciosa lição divina: Lázaro também ressuscitou...

RESSUSCITARÁEmmanuel
"Disse-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar." - (João, 11:23.)
Há muitos séculos, as escolas religiosas do Cristianismo revestiram o fenômeno da morte de paisagens deprimentes.Padres que assumem atitudes hieráticas, ministros que comentam as flagelações do inferno, catafalcos negros e panos de luto...Que poderia criar tudo isso senão o pavor instintivo e o constrangimento obrigatório? Ninguém nega o sofrimento da separação, espírito algum se furtará ao plantio da saudade no jardim interior.O próprio Cristo emocionou-se junto ao sepulcro de Lázaro.
Entretanto, a comoção do Celeste Amigo edificava-se na esperança, acordando a fé viva nos companheiros que o ouviam.A promessa dEle, ao carinho fraternal de Marta, é bastante significativa."Teu irmão há de ressuscitar" - asseverou o Mestre.Daí a instantes, Lázaro era restituído à experiência terrestre, surpreendendo os observadores do inesperado acontecimento.Gesto que se transformou em vigoroso símbolo, sabemos hoje que o Senhor nos reergue, em toda parte, nas esferas variadas da vida.
Há ressurreição vitoriosa e sublime nas zonas carnais e nos círculos diferentes que se dilatam ao infinito.O espírito mais ensombrado no sepulcro do mal e o coração mais duro são arrancados das trevas psíquicas para a luz da vida eterna.
O Senhor não se sensibilizou tão-somente por Lázaro.Amigo Divino, a sua mão carinhosa se estende a nós todos.
Reponheis a morte em seu lugar de processo renovador e enchei-vos de confiança no futuro, multiplicando as sementeiras de afeições e serviços santificantes.
Quando perderdes temporariamente a companhia direta de um ente amado, recordai as palavras do Cristo; aquela reduzida família de Betânia é a miniatura da imensa família da Humanidade.
Do livro "Vinha de Luz", Emmanuel (Espírito), Francisco C. Xavier (psicografia)