Total de visualizações de página

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

TERAPIA DA ORAÇÃO



Recurso valioso para todo momento ou necessidade, a oração encontra-se ao alcance de quem deseja paz e realização, alterando para melhor os fatores que fomentam a vida e facultam o seu desenvolvimento.
A oração é o instrumento pelo qual a criatura fala a Deus, e a inspiração lhe chega na condição de divina resposta.
Quando alguém ora, luariza a paisagem mental e inunda-se de paz, revitalizando os fulcros da energia mantenedora da vida.
A oração sincera, feita de entrega íntima a Deus, desenvolve a percepção de realidades normalmente não detectadas, que fazem parte do mundo extrafísico.
O ser material é condensação do energético, real, transitoriamente organizado em complexos celulares para o objetivo essencial da evolução. Desarticulando-se, ou sofrendo influências degenerativas, necessita de reparos nos intrincados mecanismos vibratórios, de modo a recompor-se, reequilibrar-se e manter a harmonia indispensável, para alcançar a finalidade a que se destina.
*
O psiquismo que ora, consegue resistências no campo de energia, que converte em forças de manutenção dos equipamentos nervosos funcionais da mente e do corpo.
A oração induz à paz e produz estabilidade emocional, geradora de saúde integral.
A mente que ora, sintoniza com as Fontes da Vida, enriquecendo-se de forças espirituais e lucidez.
Terapia valiosa, a oração atrai as energias refazentes que reajustam moléculas orgânicas no mapa do equilíbrio físico, ao tempo que dinamiza as potencialidades psíquicas e emocionais, revigorando o indivíduo.
Quando um enfermo ora, recebe valiosa transfusão de forças, que vitalizam os leucócitos para a batalha da saúde e sustentação dos campos imunológicos, restaurando-lhes as defesas.
*
O indivíduo é sempre o resultado dos pensamentos que elabora, que acolhe e que emite.
O pessimista autodestrói-se, enquanto o otimista auto-sustenta-se.
Aquele que crê nas próprias possibilidades desenvolve-as, aprimora-as e maneja-as com segurança.
Aqueloutro que duvida de si mesmo e dos próprios recursos, envolvendo-se em psicosfera perturbadora, desarranja os centros de força e exaure-se, especialmente quando enfermo. Assemelha-se a uma vela acesa nas duas extremidades, que consome duplamente o combustível que sustenta a luz, até sua extinção.
A mente que se vincula à oração ilumina-se sem desprender vitalidade, antes haurindo-a, e mais expandindo a claridade que possui.
Envolvendo-se nas irradiações da oração a que se entregue, logrará o ser enriquecer-se de saúde, de alegria e paz, porquanto a oração é o interfone poderoso pelo qual ele fala a Deus, e por cujo meio, inspirado e pacificado, recebe a resposta do Pai.
Ao lado, portanto, de qualquer terapia prescrita, seja a oração a de maior significado e a mais simples de ser utilizada.

* FRANCO, Divaldo Pereira. Momentos Enriquecedores. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL.

domingo, 26 de março de 2017

ANJO GUARDIÃO

                                            
 
  photo 22142025JkCo9pSC_zpsfy4ioyk4.jpg
 

 
Pelos caminhos da vida, um amigo invisível nos acompanha: nosso anjo guardião.
 
Designado por Deus para acompanhar nossos passos na longa jornada pela Terra, esse Espírito nos aconselha, auxilia e pacifica nos momentos de crise.
 
Também em nossas vitórias, quando sorrimos felizes, ao nosso lado está o divino emissário, em silenciosa prece de gratidão a Deus.
 
Devemos pensar nele como um irmão mais velho, um companheiro que nos dedica a amizade mais pura e desinteressada.
 
Estar em contato com esse bom companheiro é essencial. E podemos fazê-lo pela prece, em momentos de meditação.
 
Para escutá-lo, é preciso silenciar a mente, acalmar o tumulto interior. Afinal, quem consegue ouvir algo quando tudo em volta é ruído?
 
Assim, com a mente calma, ouviremos a voz do anjo amigo. Não será uma voz física, mas a voz interna, que ressoa apenas na alma.
 
Os conselhos desse amigo celeste se farão ouvir pela intuição. É que Deus não quer que o anjo guardião faça o nosso trabalho maior, que é nos tornarmos pessoas melhores.
 
A nossa tarefa de autoaprimoramento é individual, intransferível. A figura do anjo guardião é um recurso que Deus utiliza para nos dar apoio. Mas a tarefa é nossa.
 
E isso acontece para que cada um de nós tenha o mérito pelas boas obras e atitudes que pratica. É o nosso livre-arbítrio, nossa liberdade de escolher o bem, o belo e o amor.
 
Deus deseja a nossa felicidade. Ele nos dotou de força de vontade, inteligência e sensibilidade para que todos nós possamos progredir intelectual e moralmente.
 
Se outra pessoa tomasse decisões por nós, qual seria o nosso mérito? Dessa forma, também não aprenderíamos as lições que a vida oferece.
 
O fogo da experiência nos engrandece: traz maturidade, compreensão, paciência.
 
Na imensa escola que é o mundo, somos estudantes que têm deveres a cumprir, conteúdos a aprender.
 
Nesta escola, há outros mais adiantados, que ajudam os que estão iniciando. Esses são os anjos guardiães ou Espíritos protetores.
 
Eles não nos substituem, nem tomam as rédeas de nossa vida. Eles sugerem, aconselham, consolam.
 
E como fazem isso? Quando falamos com eles? Fazem isso por sugestão mental e pela intuição. Também nos aconselham quando estamos dormindo.
 
Sim, nessa hora em que estamos libertos do corpo, entramos em contato com o mundo espiritual. E nele vive nosso anjo guardião.
 
Por isso os Espíritos protetores são sempre mais adiantados. É que precisamos de sua sabedoria para nos orientar.
 
São sábios, pois somente um sábio poderia respeitar o livre-arbítrio quando seu protegido faz enormes tolices e sofre por causa delas.
 
É esse Espírito protetor que nos ouve nas horas calmas, quando aparentemente falamos para as paredes; quando lamentamos as oportunidades perdidas; quando admitimos a nossa imperfeição.
 
Há coisas que falamos apenas para nós mesmos. Mas Deus as ouve. E determina ao Espírito amigo que também as escute.
 
Nessas horas, quando a solidão nos alcança, a tristeza desaba sobre nossas cabeças e o desânimo se faz presente, o anjo de guarda nos abraça.
 
Enlaça a nossa alma cansada, embala o nosso sono. Suas lágrimas regam nossa estrada, seus sorrisos iluminam nossos dias. Porque a missão dessa alma generosa é seguir conosco e nos amar.

Redação do Momento Espírita.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O AMOR É UM ALIMENTO DIVINO





Primeiramente, lembremo-nos das sábias palavras de Jesus quando, no deserto, depois de ter jejuado por quarenta dias, disse: “... nem só de pão viverá o homem...” (Mateus 4,4; Lucas 4,4). Com isso, Ele quis mostrar-nos que são mais importantes os alimentos espirituais do que os materiais.

Sem dúvida alguma, o amor encabeça a lista destes nutrientes imateriais.

Tanto o amor é essencial para nós, que o Sublime Messias trouxe-nos o “Mandamento Maior” calcado nesse sentimento. Vejamo-lo: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (Mateus 22,37-40).

Reparemos que o Divino Nazareno pede-nos que amemos a Deus, a nós e ao próximo.

Ele também nos recomenda: ”Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13,34). Pensamos ser o amor o maior sustentáculo dos seres humanos. Semelhante aos alimentos sólidos, que são fontes de energia imprescindíveis para a manutenção das funções vitais de todos nós, o amor, indiscutivelmente, é o principal nutriente para o espírito. Quanto mais nos enriquecermos de valores morais, mais próximos estaremos de Deus.

O Divino Rabi não preceituou-nos que “amássemos uns aos outros” (João 13,34), unicamente objetivando a caridade. Recomendava-nos de igual maneira que nos alimentássemos mutuamente de simpatia e fraternidade, que são os grandes patrimônios do “amor profundo”, e que indiscutivelmente sustenta-nos a alma. Este último sentimento é o pão divino, o nutriente sublime dos corações.

Se o “amor ao próximo” é a base da caridade, “amar os inimigos” (Mateus 5,44) é a mais excelsa aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho.

O amor é lei da vida. Se não houvesse amor nada faria sentido, pois só existimos porque Deus nos sustenta com o seu amor.

“Busquemos, então, meditar sobre o que temos e o que não temos, sobre quem somos e sobre quem não somos, a respeito do que fazemos e do que não fazemos, guardando a convicção de que sem a presença do amor naquilo que temos, no que fazemos e no que somos, estaremos imensamente pobres, profundamente carentes, desvitalizados. A inteligência sem amor nos faz perversos. A justiça sem amor nos faz insensíveis e vingativos. A diplomacia sem amor nos faz hipócritas. O êxito sem amor nos faz arrogantes. A riqueza sem amor nos faz avaros. A pobreza sem amor nos faz orgulhosos. A beleza sem amor nos faz ridículos. A autoridade sem amor nos faz tiranos. O trabalho sem amor nos faz escravos. A simplicidade sem amor nos deprecia. A oração sem amor nos faz calculistas. A lei sem amor nos escraviza. A política sem amor nos faz egoístas. A fé sem amor nos torna fanáticos. A cruz sem amor se converte em tortura. A vida sem amor... Bem, sem amor a vida não tem sentido...” 

(Fonte: CD Momento Espírita, volume 7, faixa 3.)

Paulo de Tarso demonstra que compreendera perfeitamente a importância dele, ao dizer:

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13, 1-7; 13).

Tendo tudo isto em vista, fartamo-nos de amor.


  * Hugo Alvarenga Novaes.


                                                   



quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O BRASIL, O MUNDO E A SOMBRA



Paz e alegria em vossos corações!
Que possamos nós, em nome do Mestre, aprender a discernir a verdadeira da falsa fraternidade.
A verdadeira fraternidade nunca condena, mas também nunca gera desculpas mentirosas que alimenta a corrupção íntima.
A verdadeira fraternidade reconhece o erro do outro, mas reconhece, acima de tudo, a necessidade de suporte e amparo para o outro que erra.
Esse é o verdadeiro caminho da construção de um agrupamento de indivíduos que poderão representar o nosso Mestre neste mundo tão difícil.
Amigos, a construção do Evangelho inicia-se e completa-se no coração de cada um de vocês, orando abnegadamente, a cada dia, pedindo ao Senhor a luz íntima e espiritual para discernir as próprias virtudes dos defeitos, pedindo amparo do Mestre para que ele nos envolva em suas energias, para que tenhamos a paz e a tranquilidade suficientes para abrirmos os nossos corações para o Pai.
Uma nação se constrói apenas com almas abnegadas. Todos os impérios da face da Terra, que foram construídos com base na intriga e na calúnia, no ódio, na guerra, na maldade e no vício, desmoronaram fatalmente e assim será, tantas vezes quantas forem necessárias, para que os filhos de Deus entendam que apena só há estabilidade real quando ela é construída a partir de corações fraternos.
Todos os movimentos sociais serão infelizes até que adotem a fraternidade pura e santa orientada pelo Mestre de Nazaré.
Todas as conquistas individuais serão tolas e ilusórias até que aprendam que todas as virtudes e todas as riquezas deverão servir e submeter-se a um único propósito: que é a Lei do Amor, que é a Vontade suprema do Criador do Universo. Isso é o que dará sustentação ao crescimento individual e coletivo, ás obras religiosas, ás famílias, aos grupos espíritas, aos agrupamentos religiosos do planeta.
Todos seremos fortes, independente da causa que estamos esposando, quando tivermos por base o Amor do Cristo a traduzir-se em sentimentos e ações da fraternidade pura e santa que Ele exemplificou.
Irmãos e amigos, precisamos dar um passo além, precisamos pensar como estender a fraternidade em nossos corações em uma proposta diária de ação, para que o Cristo, após a nossa construção limitada, mas abnegada, possa fazer morada em nosso ser.
Paz a todos, do vosso irmão e amigo.

* Caibar Schutel.

                                                 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

“Black Friday” E AS SINISTRAS FORÇAS QUE A FOMENTAM




Após a LUZ do Céu se manifestar, por intermédio da celebração do Dia de Ação de Graças, naturalmente as forças das sombras arregimentar-se-iam para, quanto possível, desfazerem os efeitos benfazejos da tradicional festividade de confraternização entre etnias, religiões e povos diversos.
Esse fenômeno tem sua contraparte no plano individual.
Fique atento(a) aos refluxos psicológicos e espirituais benemerentes que você desdobrar, em quaisquer departamentos de sua existência.
Toda conquista evolutiva sofre a resistência de vetores da retaguarda psíquica, tanto internos quanto externos ao indivíduo.
Disciplina na decisão e esforço persistentes pela perseguição feliz do auto-aprimoramento constituem demanda inapelável para que se galguem êxito nos projetos de crescimento pessoal e realização no campo do bem.
O consumo de bens materiais pode ser uma excelente ferramenta de aprendizado e serviço fraterno.
Cultura geral, educação acadêmica, seja em viagens instrutivas, seja na aquisição de livros ou no custeio da instrução formal; o cuidado com a alimentação e a saúde próprias, bem como com a de entes queridos, são exemplos que facilmente nos testificam quanto a aplicação de recursos pecuniários pode ser extremamente benéfica ao espírito humano.
Entretanto, quase sempre, o impulso por adquirir bens materiais descamba para o consumismo desbragado ou para a dilatação viciosa de patrimônio pessoal ou familiar, numa atitude francamente idólatra, ao substituir Deus no coração das criaturas, o que gera compulsões nefastas, pelo vazio deixado no interior da alma humana, ao reverso de promover a satisfação profunda do ser - unicamente concretizável pelo exercício autêntico e sistemático da espiritualidade, dentro ou fora de religiões formalmente organizadas.

* Espírito Eugênia-Aspácia. - Médium: Benjamim Teixeira de Aguiar.

                                            

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

NÃO SE IDENTIFIQUE



Eu tenho um corpo físico, mas eu não sou esse corpo.
Eu tenho emoções, mas eu não sou nenhuma dessas emoções.
Eu tenho uma personalidade, mas eu não sou essa personalidade.
Eu tenho uma mente, mas eu não sou essa mente.
Eu vivo determinadas situações e acontecimentos no mundo, mas eu não posso me identificar com eles.
Eu tenho um carro, mas esse carro não me pertence.
Eu gosto de comer arroz, mas quem gosta é o corpo físico.
Eu gosto de viajar, mas quem viaja é corpo, a mente e as emoções, não o espírito.
Você pode ter um corpo, mas não se identifique com ele.
Você pode ter emoções, mas não se deixe escravizar por elas.
Você pode ter prazer, mas não fique aprisionado nele.
Você pode correr, mas não tem pressa.
Você pode ajudar, mas não fique preocupado em ajudar.
Você pode  possuir, mas não fique apegado ao que possui.
Você pode ter dinheiro, mas não permita que o dinheiro tenha você.
Você pode buscar conhecimento, mas saiba que ele é limitado e que, no final de contas, você não sabe nada.
Você pode cultivar crenças, mas não sofra quando elas forem destruídas pelo real.
Você pode viver bem, mas não fique triste quando começar a viver mal.
Você pode buscar a paz, mas não perca a paz quando não conseguir ter a paz que é do seu desejo.
Você pode buscar ser bom, mas não se martirize quando não conseguir ser tão bom quanto acredita que deve ser.
Você pode ter sucesso, mas saiba que ele um dia terá fim.
Não viva por isso ou aquilo, apenas viva.
Não faça esperando resultados, apenas faça ou deixe de fazer.
Não queira recompensas, pois elas sempre vão te frustrar no final.
Não se identifique com as coisas do mundo.
Não pense "eu sou isto", "eu sou aquilo".
No momento em que você pensa "eu sou isso", você deixa de ser tudo e passa a se limitar.
No momento em que você tem, você deixa de ser.
No momento em que você pensa que é, você não é mais.
Então, apenas deixe toda a vida fluir através de você...e não se pague a coisa alguma.
Seja o espírito em Deus... e Deus no espírito.
"Eu e o Pai somos Um" (Jesus).
* Hugo Lapa.  


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

OUVI DIZER



" Ouvi dizer que Deus quer ser encontrado nos sorrisos trocados de graça.
No toque da mão amiga, que dispensa a crítica e vai direto ao entrelace das almas.
Na palavra que abençoa antes do olhar torto.
No gesto de trazer pra junto independente de onde tenha vindo.
Apertados, sem cenários montados, sem eventos pré-agendados.
Ouvi dizer, que Deus quer ser encontrado fácil.
Na esquina, sacola de pão numa mão, na boca um gostoso bom dia.
Em meio ao rush das horas, em alguma delicadeza ligeira.
E tá aguardando prum rolé sem hora marcada.
Sem rito de iniciação, sem livro santo, sem líder, sem nada.
Tá ali, de boas esperando, sentado na calçada.
Ouvi a esperança dizer essas coisas, com uma voz meio cansada."
* Gi Stadnicki.