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sexta-feira, 28 de agosto de 2015
FORA DE MODA
Se não estivesse tão fora de moda...iria falar de AMOR.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração, aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo...
Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhece bem...
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas para doá-las no sentimento nobre de amar.
Se não tivesse tão fora de moda...eu iria falar de SINCERIDADE.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade...respeito mútuo...e aquelas outras coisas que deixaram de ter valor...
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida, que é ter numa pessoa só, a soma de tudo que ás vezes procuramos em muitas...
A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos, mas sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencer, mas que cada um tem o direito de possuir...
Se não tivesse tão fora de moda...eu iria falar de AMIZADE.
Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem bem...
O apoio, o interesse, a solidariedade de um pelas coisas do outro e vice-versa.
A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar...
Se não tivesse tão fora de moda...eu iria falar em FAMÍLIA...
Essa instituição que ultimamente vive a beira da falência, sofrendo contínuas e violentas agressões. Pai, mãe, irmãos, filhos, lar.
Aquele bem maior de ter uma comunidade unida, pelos laços sanguíneos e protegidas pelas bençãos divinas.
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias...
E depois, eu iria até, quem sabe, falar algo como a FELICIDADE...
Mas é uma pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já esteja tão fora de moda e tenha dado seu lugar aos modismos da civilização...
Ainda assim, gostaria que a sua vida fosse repleta dessas questões tão fora de moda e que sem dúvida fazem a diferença.
Afinal, que mal faz ser um pouquinho "careta"?
* Autor desconhecido.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
ANTE O CELESTE
Recorda que os Arautos da Boa Nova convidam todas as criaturas para a construção do Reino de Deus na Terra.
Vale-te do tempo e não deprecies a oportunidade de auxiliar que o Senhor te conferiu.
Não te digas "sou criminoso".
Não perguntes "quem sou eu?"
Não afirmes "sou miserável".
Não clames "sou inútil".
Fixa apenas o sublime ensejo que te enriquece as horas.
Na claridade do bem, o delinquente pode recuperar-se e o servo aparentemente anônimo pode coroar-se de bênçãos.
No campo da lavoura comum, o cultivador mais precioso é aquele que não menospreza o contato com a lama na proteção da semente...
No edifício incendiado, o amigo mais precioso é aquele que aceita o imperativo da própria renúncia para salvar a existência do companheiro que a morte ameaça...
Ante o corpo que sangra, o enfermeiro mais valioso é aquele que olvida a si mesmo e socorre a úlcera aberta...
No trabalho de qualquer natureza, o cooperador mais exato é aquele que oferece o próprio suor, na obra a realizar-se em benéfico de todos.
Não te detenhas, pois, nas amargas recordações que te guardam o pensamento nos trilhos escuros de ontem, de vez que, chamado às tarefas do bem, podes atender ao bem de mil modos, marchando das sombras de agora para a redentora luz do amanhã.
Muitos santos de braços imóveis permanecem à distancia do Divino Mestre, mergulhados no êxtase improdutivo, desnecessários ao Cristo operante, porque o Senhor reclama colaboradores seguros e diligentes, capazes de atender-Lhe as determinações, sem condição de tempo e lugar.
Desse modo, se nos demoramos caídos na estrada, ouçamos o chamado divino e ergamo-nos, enquanto o dia nos favorece.
Toda hora é sagrado momento de começar e recomeçar com Jesus.
Levantemos, assim, o próprio coração e sigamos o terno Benfeitor, no abençoado serviço a que nos convoca, em favor dos semelhantes, na certeza de que pela bênção do trabalho, o pecador pode entrar, de imediato, na comunhão com os anjos, enquanto sábios e apóstolos distraídos se perdem no nevoeiro da retaguarda, entre meditações brilhantes, mas vazias e inúteis.
Recorda que os Arautos da Boa Nova convidam todas as criaturas para a construção do Reino de Deus na Terra.
* Emmanuel, psicografia de Chico Xavier. Livro: Vida e Caminho.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
A CHAGA DO EGOÍSMO
A fila no estabelecimento bancário estava enorme.
Poucos funcionários, muitos clientes. Dia de pagamento de compromissos vários motivava que o banco assim se apresentasse apinhado.
Na seqüência dos minutos, a fila aumentava e a impaciência tomava conta de alguns, enquanto outros buscavam a conversa descompromissada para aliviar a tensão da longa espera.
Uma senhora distinta se aproxima do caixa. Afinal, chegara sua vez.
O jovem bancário, solícito, se dispõe atendê-la.
Ela coloca sua bolsa, com absoluta calma, sobre o balcão do caixa. Sem pressa, abre o zíper e com todo vagar busca dentro dela os carnês que deve pagar.
Vira, revira e, finalmente retira um bloqueto de cobrança e um carnê, apresentando-os ao funcionário.
Enquanto ele soma, ela procura vagarosamente sempre, o cartão a fim de efetuar o pagamento. Entrega-o ao rapaz, que aguarda, ansioso, verificando que a fila não pára de se alongar.
Ela ajeita os óculos para digitar a senha e quanto já tem nas mãos tudo quitado e autenticado, retorna o cartão ao caixa, pedindo que proceda a uma retirada.
Ele se prontifica, executa a operação e no momento que lhe passa o dinheiro, ela resolve alterar o valor, solicitando um tanto mais.
As pessoas tudo observam, expressando impaciência, consultando o relógio.
Finalmente, ela pega as notas e, com delicadeza, vai colocando na bolsa o carnê, o bloqueto, as notas, o cartão magnético, sem arredar um milímetro de frente ao caixa, impedindo a aproximação de outro cliente.
A senhora prossegue no seu egoísmo, sem se importar com os outros, pensando somente em si mesma, como se fosse o único ser vivente no planeta.
Mas esta forma de egoísmo não é a única. Outras existem e, quando se apresenta na inteligência, toma o aspecto de vaidade intelectual.
Na ignorância, é a agressividade. Na pobreza, é a inveja que destrói, na tristeza é o isolamento.
O egoísmo, onde se manifeste, usa as mais diversas máscaras.
Como o joio que abafa o trigo, comparece igualmente nos corações que a luz já felicita, em forma de cólera e irritação, desânimo e secura.
Se desejamos dar combate a esta praga, saibamos estender, cada dia, as nossas disposições de mais amplo serviço ao próximo, aprendendo a ceder de nós mesmos para o bem de todos.
Você sabia?
Você sabia que o egoísmo é herança evidente de nossa antiga animalidade?
E que é por este motivo que o vemos repontar em toda extensão do Mundo?
E que a plenitude do amor somente pode ser alcançada com humildade e sacrifício?
*Com base no cap. 25 do livro Encontro de paz, de Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. IDE.
sábado, 22 de agosto de 2015
PALAVRAS DE BEZERRA DE MENEZES SOBRE A CRISE
A palavra crise vem sendo pronunciada constantemente por meus irmãos na Terra. De fato, o momento é de crise inegável nos mais variados campos da atividade humana. Mas nada se encontra fora do controle do Pai que nos ama.
Se Ele permite a existência de turbulências é para que possamos extrair as lições para o nosso amadurecimento.
Na crise econômica, aprendamos a viver com mais simplicidade.
Na crise da solidão, aprendamos a ser mais solidários.
Na crise ética, tenhamos posturas mais justas.
Na crise do preconceito, aprendamos a respeitar mais os irmãos que pensam diferente de nós.
Na crise espiritual, fiquemos mais perto de Deus pela fé e oração.
Na crise do ressentimento, perdoemos um pouco mais.
Na crise da saúde, guardemos mais equilíbrio em nossas atitudes.
Na crise do amor, deixemos o nosso coração falar mais alto do que o egoísmo.
Momento de crise é momento de um passo adiante.
Retroceder, rebelar ou estacionar, nunca.
A crise pede avanço.
E se a crise chegou para cada um de vós, é hora de levantar, mudar e seguir em frente na construção de um novo tempo de amor e paz".
* Bezerra de Menezes.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
QUANDO PERCEBER A IRRITAÇÃO
Meu irmão, não creia em milagre. Procure compreender que cada homem vive, sofre, o resultado de sua própria evolução.
Para alcançar o equilíbrio é necessário alcançar o autoconhecimento que permite a disciplina pessoal.
Não estrague o seu dia; coragem, o seu mau humor, a sua ira, o seu ódio, não fazem outra coisa senão destruir, criar desolação, angústia, provocando insegurança em todos os que o cercam.
Não esqueça que para vencer a dor o homem precisa conhecer os seus objetivos, saber administrar o seu interior, pois assim fará sublimação com dignidade.
A provação aumenta a visão interior, abre os horizontes da alma, liberta o ser.
Mostre a sua boa vontade em qualquer situação.
Revele-se, colabore, seja solidário, trabalhe em benefício de todos; guarde a calma, faça a paz, seja sensato.
Intensifique a consciência do bem, estude, pesquise, trabalhe, não reclame, não se deixe amedrontar pelo desânimo; esteja sempre preparado para não perder o sentido inteligente da vida.
O acadêmico da espiritualidade tem certeza de que o exercício do bem se traduz pela luz no espírito, na qual a visão interior amplia os horizontes, elucida, promove grandes transformações.
Na escolaridade da Terra, aquele que compreendeu o seu significado é solidário, respeitoso e justo com o seu igual; está sempre pronto à renúncia do "EU", portanto sua vida significa dedicação ao trabalho, compreensão, serenidade, esperança, resignação, calma, perdão, amor, paz, humildade, permanente renovação, alegria constante.
O homem que faz autoconhecimento percebe que o silêncio interior é a celebração plena da vida, o encontro do ser com o ser em todo o Universo, dentro de cada um, num processo constante de aprendizado.
Quando você perceber que a irritação está tomando conta de sua pessoa, reaja, procure em seu interior os momentos de alegria vividos, revise os seus ideais, não lastime, caminhe com determinação.
A prece e a vigiliatura respondem a todas as questões humanas, são responsáveis pelo equilíbrio.
O homem marca o seu lugar na Terra pela força de seu trabalho, pelo desprendimento, pela renúncia moral, pelo caráter, pela consciência de seus objetivos; a dignidade humana está sempre presente quando a intenção é boa.
Aquele que crê na justiça do Criador é paciente, benigno, aplicado ao bem, caritativo, esperançoso, sabe suportar, esperar, sofrer as provações com altruísmo, reconhece que não há efeito sem causa, tem perene juventude, é feliz sem exigências.
Amor, trabalho, evolução.
*Mensagem extraída do livro "Na luta do cotidiano, A força do amor"pelo Espírito Leocádio José Correia. Psicografado pelo médium Maury Rodrigues da Cruz.
terça-feira, 18 de agosto de 2015
DOENÇA E SAÚDE
Saúde é o estado ideal da vida. Doença é ocorrência vibratória perturbadora, mudança de comportamento na organização molecular do indivíduo ou no seu psiquismo em processo de amadurecimento.
Essa distonia no mecanismo sutil do ser, abrindo espaços para a manifestação e proliferação dos processos degenerativos, tem sua sede nas intrincadas malhas do Espírito, em si mesmo herdeiro dos atos que o acompanham na larga trajetória da evolução, sempre responsável pelo que é e pelo que se candidata a conseguir.
A doença, no entanto, nem sempre representa estado de calamidade na maquinaria ou nos equipamentos responsáveis pelas expressões da inteligência, do pensamento, da emoção. Quando bem-entendida e direcionada para finalidades superiores, que são conseguidas por meio da reflexão, do amadurecimento das ideias, pode ser considerada, em muitos casos, como terapia preventiva a males piores - os de natureza moral profunda, espiritual significativa - advertindo que a organização somática é sempre uma indumentária de breve duração e que o ser, em si mesmo, é que merece todo o investimento de preocupação e esforço iluminativo, preservador.
A fatalidade da vida estabelece equilíbrio, harmonia e perfeição, porque o ser é rebelde ou descuidado, transitando por estágios de desajustes que abrem campo para a instalação das doenças.
A saúde resulta de uma bem-dosada quota de valores mentais em consonância com a estabilidade física e a ordem psicológica, que produzem o clima de vitalidade responsável pela funcionalidade do corpo.
Qualquer alteração nos equipamentos sensíveis da maquinaria fisiopsíquica e logo surge um campo propiciatório à manifestação da doença.
Nesse sentido, a área psíquica é portadora de grande responsabilidade, porque é graças à sua vibração - encarregada de manter o perfeito entrosamento entre as manifestações físicas, emocionais e mentais - que as ocorrências nas diferentes expressões podem sofrer alteração.
A educação mental, que resulta do esforço pelo cultivo das ideias edificantes, torna-se de alta validade no processo de uma existência saudável, geradora de futuros comportamentos orgânicos e psíquicos, que sempre produzirão bem-estar e felicidade.
O mesmo ocorre quando se instalam hábitos mentais perturbadores, que produzem desconforto emocional, campo físico vulnerável à instalação de agentes microbianos degenerativos, perturbações psíquicas lamentáveis, que se transferem de uma para outra existência corporal, como fruto da Lei de Causa e Efeito.
Todo o esforço, portanto, para ter preservada a mente da invasão de ideias portadoras de energias desequilibrantes, torna-se psicoterapia preventiva, responsável pela vida sã.
* Joanna de Ângelis e Divaldo P. Franco - livro: Vida Desafios e Soluções.
domingo, 16 de agosto de 2015
A CRISE POLÍTICA NO BRASIL NA VISÃO DA ESPIRITUALIDADE
“Quanto caos se vê instalar entre este povo feliz que é o brasileiro, que luta com o labor do dia a dia para que o pão não lhe falte a mesa.
Este povo heroico que busca pela luta armada a solução infeliz de seus problemas, colocando ao lado das razões os sentimentos mais nobres que devem guiá-los, de compaixão e de fé.
São filhos gentis desse solo amoroso que os acolhe com as mãos estendidas em busca da sua compreensão para que se faça no horizonte a pátria amada do Cristo, que deseja que aí seja o coração do seu evangelho de paz e de luz.
Não sejamos ingratos à mãe gentil desse solo fecundo e infinito de brilho e de paz que pelo diálogo encontrará o caminho certo de direção.
Toda e qualquer forma de violência não é bem vista aos olhos do Criador, que antes aguarda a renúncia do que a luta violenta, pois somente a primeira revela a vontade firme que devemos ter de nos submetermos a sua infinita e sábia bondade.
Não pensem que neste solo gentil há irmãos abandonados da misericórdia divina, todos somos assistidos por sua luz e generosidade, por isso o erro não deve ser pago com outro erro tão pior quanto, mas sim pela compreensão e pela intenção justa e fiel de educar aqueles que transgridam as leis humanas e da divindade.
Assim sejamos hoje, todos nós brasileiros ou não, que vivem neste solo gentil e fértil, portadores da paz e não da luta, mas que o dialogo seja o caminho de união e de luz e que a vontade de Deus seja aquela a ser respeitada, pois assim conhecerá na oportunidade certa os seus sábios desígnios.
Por isso não se coloquem à luta, mas sejam mansos e pacíficos, pois assim conhecerão no porvir o reino de Deus, e amanhã na terra a nova era terá início, e nesta pátria de luz o evangelho há de expandir infinitamente o seu brilho e sua sabedoria.
Não será pela mão que fere ou que agride que haverá adiante a paz, pois aquele que assim se guia já não pode ser o crítico do erro, pois como ele comunga dos mesmos ideais, sem alterar o rumo pela sabedoria e pelo acerto, que virá sempre, seguramente, pelo exemplo externado em ações simples e concretas, no campo do dialogo e do entendimento.
Não lastimem o passado que os agride, mas sim o presente que não permite a melhora quando o caminho é o erro que não os eleva, mas traz de volta os altos preços pagos em momentos antes difíceis.
Não repitam os erros, eduquem-se e saibam que até hoje não houve crise cuja violência houvesse sanado, pois troca-se o líder tirano por outro tão cego e egoísta quanto.
Somente haverá bondade e paz quando este houver sido o caminho de busca das soluções e não a fúria ou a raiva.
Por serem confiantes os governantes não pesam os seus atos, mas de Deus ninguém pode esconder nenhuma de suas ações, nem sequer os piores pensamentos, pois Ele sabe como e quando deve agir para que a direção dos acontecimentos novamente encontre o rumo da retidão de caráter.
Confiem meus irmãos nos desígnios do Criador e sejam sempre antes o pacificador do que aquele que pelo erro busca consertar outro tão maior quanto pior.
Somente a luz ilumina o pântano e a escuridão, não será ao contrário que obterão a paz, por isso sejam aqueles que levam a compreensão, o amor e entendimento e não a luta e a força contra tudo aquilo que somente ao Criador cabe a compreensão devida dos acontecimentos e de suas consequências boas ou ruins.
Não estou aqui pedindo que se omitam, mas sim inofensivos como as pombas, sagazes como a serpentes, pois nela lição Jesus nos educa o caminho a seguir, ou seja, lutem através das ideias, pelo dialogo, pela força política, mas jamais pela violência ou pela fúria, pois assim ao contrário de luz e paz encontrarão mais trevas e sofrimento.
Saibam que não há nada cuja a vontade soberana de Deus não esteja presente, por isso confiem, trabalhem e creiam que tudo passa e que somente o bem há de mostrar as belezas dos seus frutos a toda a humanidade, sobretudo a esta pátria generosa do evangelho.
Assim coloquem-se de prontidão, capazes de renunciarem a si mesmo, mas sempre na busca da luz, da paz e da solução pelas mãos do amor e do respeito, rejeitando o caos e a violência que em nada contribuirá para nova era que se aproxima, de mais retidão e bondade.
Lutem meus irmãos, mas contra tudo aquilo que os entravam ao caminho da luz e do bem, e sigam com os seus corações como passageiros de uma viagem de paz e amor em direção ao bem de toda uma nação, pela ação generosa da compreensão e do dialogo, mostrando a todos que somos verdadeiramente a pátria do evangelho e não do erro.
Que assim seja, na paz do Cristo.
*Pedro Paulo e Ana.
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