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domingo, 6 de fevereiro de 2011

SEJAM BEM VINDOS

SEJA BEM VINDO (A)

POR FAVOR FAÇA SEUS COMENTARIOS SOBRE AS MATÉRIAS!

VAMOS INTERAGIR!

MINHAS CONCLUSÕES

QUERIDOS AMIGOS
 SINCERAMENTE NÃO ME PREOCUPO EM SER ESPIRITA,ME PREOCUPO SIM A MELHORAR COMO PESSOA.
PRIMEIRO PROCURO ME AMAR,POIS SE NÃO ME AMAR COMO AMAREI O MEU PRÓXIMO?
 VOCÊ SÓ PODE DOAR SE A ALGUÉM AQUILO QUE VOCÊ TEM. VOCÊ NÃO PODE OFERECER AO SEU PRÓXIMO O QUE NÃO TEM.
QUERO DIZER COM ISSO QUE:
PRIMEIRAMENTE ANTES DE QUALQUER COISA TENTO SEGUIR OS ENSINAMENTOS DO MESTRE PARA MELHORAR CADA VEZ MAIS COMO PESSOA,POR ESTA RAZÃO QUE ESTAMOS NESTE PLANETA DE PROVAS E EXPIAÇÕES?OU NÃO?
MAIS COMO PROCURO MELHORAR COMO PESSOA?
TENTANDO SEGUIR OS ENSINAMENTOS DO MESTRE.AMIGOS DISSE TENTANDO.POIS SE NÃO PRECISA  APRENDER PARA QUE ESTARIA AQUI? AMAR AO PRÓXIMO É MUITO BONITO,MAIS COMO VOU AMAR MEU PRÓXIMO SE NÃO ME AMAR? COMO VOU ME DOAR? PARA MIM O IMPORTANTE É TER DEUS NO CORAÇÃO ,POIS A ELE DEVO A MINHA EXISTÊNCIA O MEU COMPROMISSO É COM ELE E POR ISSO TENTO CADA VEZ MAIS  MELHORAR COMO PESSOA ME AMANDO E RESPEITANDO PARA PODE COMPREENDER ,AMAR E RESPEITAR O MEU IRMÃO DE JORNADA.
PROCURO APRENDER COM O MEU IRMÃO INDEPENDENTE DE QUALQUER RELIGIÃO.
POIS PENSO JÁ QUE ESTAMOS TODOS AQUI NESTE PLANETA É PARA MELHORAMOS E APRENDERMOS UNS COM OS OUTROS.POIS NINGUÉM NASCE SABENDO.EM TODOS OS MEUS OBSTÁCULOS E DECEPÇÕES TERRENAS APRENDO A SER UMA PESSOA MELHOR POIS É SENTINDO NA PRÓPRIA CARNE É QUE APRENDEMOS A ENTENDER A DOR DO OUTRO E SERMOS MAIS HUMANO E COM ESSA VIVÊNCIA PODEMOS ENTENDER MELHOR O NOSSO PRÓXIMO. PARA MIM O CAMINHO DE TUDO É A FÉ ,ACHO QUE QUANTO MAIOR FOR A NOSSA FÉ MAIOR SERÁ O NOSSO DEUS .
E VOCÊ O QUE ACHA ? FICO AQUI ESPERANDO SUA RESPOSTA OU UM COMENTÁRIO SEU.
ABRAÇOS FRATERNO E MUITO OBRIGADA PELA VISITA CARINHOSA DE TODOS.
ROGANDO A DEUS MUITA PAZ E MUITA LUZ PARA NÓS TODOS!
KATIA MATTOSO

SER ESPIRITUALISTA

SER ESPIRITUALISTA


Cultivar a vida espiritual, ser espiritualista, não é privilégio deste ou daquele; é dever de todos se prepararem para uma compreensão exata da vida e caminharem com segurança na passagem pela Terra.










Evoluir não é viver num mar de rosas mas, sim, trabalhar, lutar conscientemente. Espiritualizar-se, não é confabular com os espíritos, não é falar neles a todo o momento, como muitos fazem. Muitos que freqüentam as Casas Racionalistas vivem a encher a boca com a palavra espiritualista, sem saberem com certeza o valor dessa palavra. É por esse motivo que recomendamos que estudeis, para que vos aperfeiçoeis, procurando discernir bem sobre o que encerra a obra Racionalismo Cristão.










Ser espiritualista é ser esclarecido, conhecer-se como Força e Matéria, trazer o tempo ocupado, é ser honrado, é ter convicção do valor do pensamento, é ser forte, é procurar vencer todas as vicissitudes, todos os obstáculos, não querer o impossível, enfim, é ter prudência em todos os atos, cuidar da vida material com valor e inteligência, trabalhar pelo bem geral da humanidade, sempre dentro destes Princípios sãos, saber acumular vida anímica para que o espírito possa muito produzir com o bem querer, nesse anseio de ser útil ao semelhante, clarividenciar o raciocínio para melhor vencer as dificuldades, caminhar devagar, ser calmo, mas veloz com o pensamento, alimentando o desejo de produzir sempre e sempre.










Observai o que se vai passando pelo mundo afora! Campeia o desamor pelo trabalho e aumenta o deboche, há verdadeiro descaso pelas coisas sérias da vida. A dignidade se vende, troca-se por qualquer coisa de menos valia; o homem pouco ou nada procura produzir, cada vez se entrega mais à indolência, esperando por uma melhoria à custa dos braços alheios, querendo arrancar dos outros o que de direito possuem, querendo para si aquilo que não lhe pertence, aquilo que a ele não pode chegar, porque não faz esforço dentro das leis que regulam o trabalho honesto. Não pode haver produção sem esforço, sem trabalho, e infelizmente é com tristeza profunda que se observa haver falta de caráter.










Temos frisado muitas vezes que do preparo espiritual da criatura resulta o êxito, porque ele lhe dá coragem, lhe dá valor, lhe dá desprendimento. Para viver na Terra é preciso que haja desprendimento e valor. Há criaturas que não sabem viver, há criaturas que não têm, absolutamente controle sobre si mesmas, e do controle que cada um deve ter, do domínio do seu "eu" é que dependem a estabilidade e a paz da criatura.










Toda criatura tem os seus defeitos, toda criatura tem o seu célebre gênio, mas saber dominar esse gênio, conter o seu "eu" é o que todos precisam fazer. Ninguém é perfeito neste mundo. Enganam-se aqueles que julgam que são perfeitos. Todos são imperfeitos e, assim sendo, todos devem procurar aperfeiçoar-se.










A vida se tornará mais suave quando todos se convencerem de que devem ser humanos uns para com os outros, de que devem ser tolerantes, de que devem ser condescendentes não com o erro, mas com a falta de conhecimento do semelhante. Não se pode exigir perfeições, mas, sim, tolerância e compreensão, porque daí resultará a harmonia dos seres. Há muitos lares em desarmonia, em desequilíbrio espiritual, por falta de senso, de controle.










Todos devem saber primeiro olhar para dentro de si e depois então olhar para os outros, para não reconhecerem neles defeitos somente. Aprendam, portanto, a viver. Aprendam a agir como criaturas sensatas e equilibradas, saibam ser valorosas para compreenderem bem as suas obrigações e as cumpram. Ninguém deve resolver os seus problemas num ambiente de irritação. A irritação e a impaciência são inimigas da paz e da tranqüilidade.










É preciso que todos saibam resolver as coisas com naturalidade e inteligência. Aprendam a ser criaturas capazes de se bastarem pelo pensamento a si próprias, não precisando da proteção espiritual de ninguém, mas contando com os seus próprios recursos espirituais, para vencerem na luta pela vida sempre de cabeça erguida.

SER ESPIRITA

SER ESPIRITA





Ser espírita – não é ser nenhum religioso; é ser cristão.










Não é ostentar crenças; é vivenciar fé sincera.






Não é ter uma religião espiritual; é ter uma grave responsabilidade






Não é superar o próximo; é superar a si mesmo.






Não é construir templo de pedras é transformar o coração em templo eterno.










Ser espírita não é apenas aceitar a reencarnação; é compreendê – la como manifestação da Justiça Divina e caminho natural para a perfeição.






Não é só comunicar se com os espíritos, mesmo sem saber; é comunicar com os bons espíritos para se melhorar; ajudar os outros a se melhorarem também.






Ser espírita não é apenas consumir as obras espíritas para obter conhecimento e cultura; é transformar os livros, suas mensagens, em lições vivas para a própria mudança.






Ser sem vivenciar é o mesmo que dizer sem fazer.






Ser espírita não é internar se no Centro Espírita fugindo do medo para não ser tentado; é conviver com todas as frustrações lá fora, sem alterar se como espírita como cristão.






O espírita consciente é espírita no templo, em casa, na rua, no transito, na fila ,ao telefone, sozinho ou no meio das multidões, na alegria , na dor, na saúde, na doença.






Ser espírita não é ser diferente; é ser exatamente igual a todos, porque todos são iguais perante Deus.






Não é mostra se que é bom; é provar a si próprio que se esforça para ser bom; porque ser bom deve ser um estado normal do homem consciente .Anormal é não ser bom.






Ser espírita não é curar ninguém; é construir para que alguém se cure.






Não é tornar o doente um dependente dos supostos poderes dos outros;






É ensinar a confiar nos poderes de Deus e nos seus próprios poderes que estão na sua






Vontade sincera e perseverante.






Ser espírita não é consolar se em receber; é conforta- se em dar porque pelas leis naturais






Da vida,”é mais bem aventurados dar do que receber.”






NÃO É esperar que Deus desça até onde nós estamos; é subir ao encontro de Deus, elevando se moralmente e esforçando se para melhorar sempre com as bênçãos de Jesus ; Nosso Mestre.






Do Livro Aprendendo a Lidar com Crises - Autoria: Wanderley Pereira


SER ESPIRITA

O que é ser espírita?



Orson Peter Carrara






Se consultarmos o dicionário ele nos indicará tratar-se de pessoa vinculada ao Espiritismo. Se perguntarmos a quem não é espírita, uns ironizam (dizendo por exemplo que os espíritas "mexem" com os mortos), outros temem, outros permanecem indiferentes. Se indagarmos aos próprios espíritas, uns dirão que é ir ao Centro, tomar passe, ouvir ou fazer palestras, ler livros. Outros dirão que é fazer caridade. As respostas serão várias, mas todas incompletas. O melhor então é buscarmos nos livros da própria Codificação, a partir de O Livro dos Espíritos.






Em O Livro dos Espíritos, na conclusão (item VII), o Codificador apresenta uma classificação dos adeptos:






Os que acreditam;


Os que acreditam e admiram a moral espírita; e


Os que crêem, admiram e praticam. Segundo Kardec, esses últimos são os verdadeiros espíritas, ou os espíritas cristãos.


No livro O Céu e o Inferno, que apresenta coletânea de inúmeras comunicações de espíritos nas mais diversas condições, há uma manifestação interessante de espírito que se encontra classificado como Espírito feliz, fruto de uma conduta digna quando na Terra. Trata-se do espírito identificado pelo nome de Jean Reynaud. Indagado se na vida física ele professava o Espiritismo, respondeu: "Há uma grande diferença entre professar e praticar. Muita gente professa uma Doutrina, mas não pratica. Pois bem, eu praticava e não professava."






Professar significa reconhecer publicamente, declarar-se adepto, dizer de si mesmo, fazer propaganda da idéia. Pois bem, aí está a chave da questão. A situação de felicidade do Espírito devia-se à vivência dos princípios do Espiritismo, mesmo sem conhecê-lo.






Breve consulta ao capítulo XVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo no item O Homem de Bem e Os bons espíritas, faz compreender que as características coincidem com os preceitos morais que justificam a denominação de espíritas cristãos, conforme definição do próprio Codificador, pois aí surge a figura do espírita praticante.






A questão pode ser fechada com trecho do Espírito Simeão, constante do capítulo X - do mesmo livro citado no parágrafo anterior -, item 14. No último parágrafo, diz o Espírito: "(...) Se vós vos dizeis espíritas, sede-o pois; olvidai o mal que se vos pôde fazer e não penseis senão uma coisa: o bem que podeis realizar. (...)".






Ora, o trecho transcrito bem indica o programa de vivência espírita. Para colocá-lo em prática, há que se esforçar para vencer as más tendências e ainda ocupar-se de fazer o bem. Eis o que é verdadeiramente ser espírita: a adoção dos preceitos morais como diretrizes da própria conduta ou o esforço para a eles se adaptar. O ser espírita é mais uma questão de foro íntimo, que de aparências externas.